Descobrindo a Minha Saúde: o que uma avaliação completa revela sobre os seus 60+
- Espaco Nandare
- há 1 dia
- 3 min de leitura
Todo mundo já viveu essa cena: a ligação semanal com a mãe, o pai, a tia. "Estou bem, filha, é só uma dorzinha." E aquela dúvida que fica, 'será que está mesmo tudo bem, ou só não estamos perguntando as coisas certas?'
Essa é, muitas vezes, a primeira pergunta que chega até nós na Nandarê. E a resposta começa sempre da mesma forma: com uma avaliação que olha para a pessoa inteira e não só para o corpo.

Três olhares, uma pessoa só
Na Nandarê, avaliar alguém de 60+ não é preencher uma ficha de força e flexibilidade. É juntar três olhares diferentes sobre a mesma pessoa:
A gerontóloga conduz a Avaliação Gerontológica 360°, uma conversa e um exame que passam por 12 áreas da vida — da memória ao sono, da alimentação ao equilíbrio emocional, do risco de queda à sensação de propósito no dia a dia.
A bioimpedância mostra, em números, como está a composição do corpo: massa muscular, gordura, água — o tipo de dado que ajuda a enxergar evolução real ao longo do tempo, não só "sensação de estar melhor".
E o médico da equipe entra com o olhar clínico, avaliando riscos que precisam de atenção antes de qualquer plano de atividades.

No fim, tudo isso se transforma em um número simples de entender: o Índice Nandarê.
Um percentual que diz, com clareza, como está a saúde e a autonomia daquela pessoa hoje e que serve de ponto de partida pra tudo que vem depois. Temos casos documentados de pessoas que saíram de 60% para 87% em seis meses de acompanhamento. Não é mágica. É constância, com direção certa.
E depois da avaliação, o que acontece?
Aqui está o que diferencia a Nandarê de uma bateria de exames: ninguém sai da avaliação com só um relatório na mão. Sai com um caminho.
Se a pessoa está numa fase mais ativa, sem limitações importantes, o caminho são as aulas em grupo dos programas Experiência Nandarê — boxe, yoga, dança, jogos cognitivos, rodas de conversa, tudo dentro dos 8 pilares da nossa metodologia, com gente da mesma fase de vida, no mesmo ritmo.

Se a avaliação identifica algo que precisa de mais cuidado como uma dor crônica, um risco de queda, uma limitação funcional mais séria, o caminho é individual, com acompanhamento próximo do fisioterapeuta da nossa equipe, antes ou junto com as aulas em grupo.
E se o que preocupa é a memória como um esquecimento que virou rotina, ou já um diagnóstico de comprometimento cognitivo leve ou Alzheimer inicial, existe o programa Ativando a Memória, com sessões individuais e reuniões mensais com a família, porque isso também é cuidado de quem ama.

Para quem está lendo isso pensando em alguém
Se você é filho, filha, neto — e chegou até aqui pensando em alguém que você ama, aqui vai o convite: você não precisa ter certeza de que "é grave" pra dar o primeiro passo.
A avaliação existe exatamente para tirar essa dúvida. E se quiser, dá pra fazer isso juntos, por exemplo: muitas famílias participam da devolutiva por vídeo, entendendo o resultado lado a lado.

Perguntas rápidas
Preciso de encaminhamento médico? Não. O agendamento é direto com a nossa equipe.
A avaliação dói, é cansativa? Não é um exame invasivo — é uma combinação de conversa, testes simples e bioimpedância, feita com calma.
E se a pessoa já tem um diagnóstico de memória? Ainda assim vale fazer — é o ponto de partida do programa Ativando a Memória.
Onde fica? Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4410, Jardim Paulista, São Paulo.
Valéria Lins é gerontóloga (USP), ABG 273/12, e co-fundadora da Nandarê.